Marco Lima · Arquitetura + Design
Proposta Comercial · 19/10/2026
Proposta Comercial · Regularização Sanitária

Projeto de Layout para
Regularização Sanitária

Yamalog · Unidade Belém/PA
Objeto: Área sanitária de transbordo em galpão de 2.320 m² · medicamentos, saneantes e correlatos Local: Rod. Arthur Bernardes, 6521 · Tapanã · Belém–PA Data: Belém, 19 de outubro de 2026
Em 30 segundos

O essencial, para quem não leu o resto.

Para repassar a quem mais decide
O que é
Projeto aprovado na DVSELayout, fluxos, peças técnicas, memorial e RRT do galpão de Belém. É o documento que a Vigilância exige antes da inspeção para a AFE.
Investimento
50% + 50%Metade no aceite, metade na entrega do projeto pronto para protocolo. Nota fiscal inclusa.
Ver o valor →
Quando
3 fasesA contar da vistoria. Depois, eu abro o processo na DEVISA e acompanho até o parecer.
Ver o prazo →
Como começar
Um cliqueAceite pelo botão no final da página. O contrato chega em até 48h, e a planta existente vem com ele.
O que identificamos juntos

O galpão já opera.
Falta a licença para a carga nova.

Na conversa e na visita de 15 de outubro chegamos juntos à lista abaixo. Vocês trouxeram a decisão de se antecipar e o que já foi feito no local. Eu nomeei o que a Vigilância vai cobrar de cada ponto. É essa leitura conjunta que a proposta responde.

"Não temos AFE, apenas vigilância. Esse é o intuito do projeto."
Carolina · Yamalog · nossa conversa no WhatsApp
Transbordo, não armazenagem
A unidade recebe, confere e redespacha, sem estoque. Para a Vigilância, a área onde a carga espera o próximo veículo é armazenamento temporário. É ela que precisa estar no projeto, com fluxo e separação definidos.
A sala existe. Os detalhes não fecham
A sala branca de medicamentos já foi feita. Ficaram pontos que a inspeção olha de perto: vedação da porta, quadro de energia dentro da sala, piso, rodapé e frisos, paredes, teto e ventilação. O projeto especifica cada um antes de alguém ir lá conferir.
Carga mista no mesmo galpão
Alimentos secos, motos, pneus e, em breve, medicamentos e saneantes dividem o mesmo pé-direito. As grades azuis já delimitam uma área. O layout precisa mostrar o que fica de qual lado, e por onde cada carga entra e sai.
Portões abertos, empilhadeiras a gás
Docas abertas para a rodovia e empilhadeiras a combustão circulando entre os paletes. A norma pede proteção contra intempéries, poeira e pragas, e rotas que não cruzem o produto sensível. São decisões de layout, não de obra.
Nenhuma vistoria anterior
A iniciativa é de vocês, por determinação interna, sem notificação da Vigilância. É a melhor posição possível: dá para resolver no papel o que, depois de uma exigência, teria prazo correndo.
Decisão em São Paulo, galpão em Belém
Quem decide está longe do balcão da DEVISA. O processo precisa de alguém em Belém que abra, acompanhe e responda às exigências, sem deslocar ninguém da matriz.
O que vimos na visita · deslize →
Sala branca de medicamentos com porta de alumínio, ao lado de paletes de alimentos
Sala de medicamentos já construída, com pontos a fechar
Paletes de alimentos secos e empilhadeira a gás no galpão
Alimentos secos e empilhadeira a gás no mesmo vão
Portão aberto com caminhão, racks de motos e pneus
Doca aberta, motos e pneus: a carga geral que convive com a nova
Especialização

Projeto para a Vigilância
não é o projeto comum.

É uma frente técnica própria. O desenho precisa responder à norma sanitária tanto quanto ao espaço, e chegar à DVSE no formato que ela analisa.

200+
Projetos entregues
15+
Anos de escritório
150 mil
m² projetados
I
Regularização junto à DEVISA de Belém
Conduzimos processos de projeto para aprovação na Vigilância Sanitária municipal: requerimento, pranchas, memorial e respostas às exigências, no padrão de envio da DVSE.
II
Norma de distribuição e transporte
O layout parte da RDC 430/2020 (boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos), a referência que a própria DVSE indica para a atividade. Saneantes e correlatos seguem as normas próprias.
III
Responsabilidade técnica registrada
Todo projeto sai com RRT em nome do responsável técnico. É a primeira coisa que a DVSE confere, e a área declarada nela precisa bater com a do carimbo das pranchas.
Responsável técnico

Marco Aurélio Lima

Arquiteto e Urbanista · CAU A91820-2

"Assino cada projeto como responsável técnico. Não terceirizo a concepção. O que está no papel é o que entrego, e respondo por isso perante o órgão que for analisar."

Formação
UFPA · 2014
Especialização
Arquitetura e Iluminação · IPOG
Experiência
Desde 2010
Base
Belém–PA
Objeto da proposta

Estudo de fluxos, layout
e projeto para aprovação sanitária.

Elaboração do estudo de fluxos, do layout e do projeto arquitetônico do galpão da Yamaha Motor do Brasil Logística Ltda. (Yamalog) em Belém, com memorial e RRT, para aprovação na Divisão de Vigilância Sanitária de Engenharia (DVSE/DEVISA/SESMA). O projeto detalha só a área onde os produtos sanitários circulam, situada dentro do galpão, como a DVSE admite pela área de intervenção declarada na RRT. A aprovação é o primeiro requisito da inspeção para a AFE de transporte de medicamentos, saneantes e correlatos.

Estabelecimento
Yamaha Motor do Brasil Logística Ltda.
CNAE 4930-2/02
Localização
Rod. Arthur Bernardes, 6521 · Tapanã
Belém–PA · 66825-000
Área
Galpão de 2.320 m² (CLCB)
projeto detalhado só da área de intervenção
I
Conferência do existente
A planta que vocês já têm, entregue após a assinatura por regra de compliance, é conferida em campo. Medimos a sala de medicamentos, a área delimitada pelas grades, as docas e os acessos.
II
Estudo de fluxos
Recebimento, conferência, área segregada, espera e expedição. Separação entre medicamentos, saneantes, alimentos e carga geral, e local identificado para avariados, devolvidos e recolhidos.
III
Adequação da sala de medicamentos
Os pontos pendentes da sala (porta, quadro, piso e rodapé, paredes, teto, ventilação) apontados e especificados no memorial, para a execução seguir o que vai ser inspecionado.
IV
Pranchas no padrão da DVSE
Situação, locação e planta geral do galpão, com a área de intervenção destacada. Planta baixa e layout do trecho em 1:100, cortes e fachada em 1:50, cobertura em 1:100. Carimbo no padrão da DVSE e um PDF por prancha.
V
Memorial e responsabilidade
Memorial descritivo e justificativo com atividades, produtos, fluxos, acabamentos, ventilação e resíduos, e a RRT de projeto em meu nome.
VI
Processo até o parecer
Eu abro o processo no sistema da DEVISA, acompanho a análise e respondo às exigências até o parecer técnico de projeto aprovado.
O que fica com vocês ou com outros profissionais
Taxas da Vigilância são de vocês: a TVS (DAM) da análise do projeto e, depois, a taxa do relatório de inspeção. Também ficam fora deste escopo e são apontados já na primeira fase, quando necessários: projetos complementares que a DVSE pode pedir (estrutura, hidrossanitário), elétrica, climatização ou refrigeração, Corpo de Bombeiros, a execução das adequações, os documentos operacionais (POPs, Manual de Boas Práticas, PGRSS, PMOC), o farmacêutico responsável técnico, a qualificação térmica e o pedido da AFE na Anvisa.
Por que investir

Não é papelada.
É a porta de uma nova carga.

Receita nova na estrutura que já existe
Galpão, frota, equipe e clientes já estão em Belém. O que separa a unidade de transportar medicamentos e saneantes é uma autorização, e o projeto é o primeiro documento dela.
Requisito sem atalho
Para a licença comum de transportadora, uma declaração de que não armazena pode bastar. Para o relatório de inspeção da AFE, não: a DEVISA pede o parecer da DVSE com projeto aprovado.
Um padrão para as outras unidades
Fluxo, setorização e memorial aprovados em Belém viram a referência interna para a próxima unidade que precisar do mesmo caminho.
1 de 4

Na cadeia oficial de Belém, o projeto aprovado é o primeiro passo: projeto na DVSE → relatório de inspeção → AFE na Anvisa → licença de funcionamento. Sem o primeiro, os outros três não começam.

Fonte: DEVISA/SESMA, "Relatório de Inspeção · Concessão de AFE e/ou AE (distribuidora, importadora, transportadora)", dez/2025.
Como trabalhamos

Três fases,
uma aprovação.

Cada fase termina com algo que vocês aprovam antes da seguinte. O layout é validado antes de virar prancha, para que nenhuma decisão de operação seja tomada pelo desenho.
IFASE
Levantamento e diagnóstico
Vistoria técnica
  • Conferência da planta existente em campo
  • Medição da sala e da área de transbordo
  • Registro fotográfico e lista de adequações
  • Apontamento de complementares, se houver
Vocês recebem: diagnóstico com o que precisa mudar e o que já atende.
IIFASE
Estudo de fluxos e layout
Setorização
  • Fluxo de recebimento, espera e expedição
  • Segregação por tipo de carga
  • Áreas de avariados, devolvidos e recolhidos
  • Rotas de empilhadeira e de pedestres
Vocês aprovam: o layout, em reunião por vídeo com a operação e a matriz.
IIIFASE
Projeto para a DVSE
Pranchas, memorial e RRT
  • Pranchas nas escalas exigidas
  • Memorial descritivo e justificativo
  • RRT de projeto
  • Arquivos no formato de envio da DEVISA
Vocês validam: o conjunto completo, antes de qualquer envio.
Cronograma

Prazo do projeto

As três fases são encadeadas: cada uma começa quando a anterior é aprovada. A contagem começa na vistoria técnica, com a planta existente já em mãos.

Ajustes pedidos por vocês na validação estão inclusos. Alterações parciais acrescem 5 dias úteis, e uma mudança total de layout depois de aprovado, 10 dias úteis.

Prazo total
A confirmar
a contar da vistoria técnica
O tempo de análise é da DEVISA e corre fora deste cronograma. A DVSE admite até três reapresentações. Cada exigência que ela fizer é respondida por mim em até 5 dias úteis.
Projeto
I
Fase 01
Levantamento e diagnóstico
Vistoria no galpão, conferência da planta, medição da sala e da área de transbordo, lista de adequações.
Começa na vistoria técnica
II
Fase 02
Estudo de fluxos e layout
Setorização e fluxos apresentados por vídeo para a operação em Belém e a matriz em São Paulo.
Termina com o layout aprovado
III
Fase 03
Projeto para a DVSE
Pranchas, memorial descritivo e justificativo, RRT e arquivos no formato de envio.
Termina com o conjunto validado por vocês
Depois da entrega
◆
Comigo
Processo na DEVISA
Abro o processo no sistema da DEVISA, acompanho a análise e respondo às exigências até o parecer de projeto aprovado. Depois, envio o arquivo digital final que o órgão pede.
Taxa TVS paga por vocês na abertura
O que vocês recebem

Quatro resultados, não uma lista de pranchas.

São as pranchas técnicas, um memorial e a RRT, mais o processo conduzido até o parecer. Estão organizados pelo problema que cada um resolve.

01
O processo entra na DVSE
sem peça faltando.
O conjunto segue a lista oficial de requisitos da DVSE, item por item, nas escalas e no formato de arquivo que ela pede. Nada de descobrir depois do envio que faltou a cobertura ou que o carimbo não tinha a área.
Evita: exigência por documento incompleto
Planta de situação
Planta de locação
Planta geral do galpão, área de intervenção destacada
Planta baixa da área de intervenção 1:100
Layout da área de intervenção 1:100
Apoio (sanitários, vestiários, refeição) indicado na planta geral
Cortes 1:50 (dois)
Fachada 1:50
Planta de cobertura 1:100
Carimbo no padrão DVSE, um PDF por prancha
02
Medicamento não cruza
com o que não deve.
O layout nasce do fluxo da carga, e não do contrário. Cada produto tem seu caminho do caminhão à expedição, com a área segregada, o espaço de avariados e devolvidos e a rota da empilhadeira definidos antes de virar desenho.
Evita: inspeção que encontra carga misturada
Conferência da planta existente em campo
Levantamento da sala de medicamentos
Fluxograma de recebimento a expedição
Setorização por tipo de carga
Área de avariados, devolvidos e recolhidos
Rotas de empilhadeira e de pedestres
Lista de adequações da sala
Registro fotográfico do existente
03
Alguém assina,
alguém responde.
O memorial descreve por escrito o que o desenho mostra: atividades, produtos, fluxos, acabamentos, ventilação e resíduos. A RRT identifica quem responde tecnicamente por tudo isso.
Evita: projeto sem responsável identificável
Memorial descritivo e justificativo
Especificação de acabamentos da sala
Descrição de ventilação e resíduos
RRT de projeto
Dossiê do Projeto™ ✦ exclusivo
1 via impressa, dobrada em A4
04
O processo anda
sem ninguém vir de São Paulo.
Eu abro o processo, acompanho a análise e respondo às exigências da DVSE até o parecer de projeto aprovado, o documento que vocês levam para o relatório de inspeção da AFE.
Evita: processo parado esperando quem resolva
Montagem dos arquivos no formato da DEVISA
Abertura do processo
Acompanhamento da análise
Resposta às exigências (até 3 reapresentações)
Envio do arquivo digital após aprovação
Parecer técnico entregue a vocês
O Dossiê do Projeto™ não é um arquivo. É um portal só de vocês, onde tudo isto fica disponível para sempre.Ver como funciona →
✦ Exclusivo do escritório

Vocês não recebem arquivos.
Recebem um portal.

Todo projeto entregue ganha o próprio Dossiê do Projeto™: um portal na internet, de acesso restrito, com tudo o que diz respeito à regularização da unidade. A matriz, a operação em Belém e o farmacêutico responsável abrem a mesma versão.

01
Cliente e projeto
Identificação da unidade e resumo do escopo aprovado.
02
Cronologia
Cada etapa datada, da vistoria ao parecer da DVSE.
03
Arquivos
Pranchas, memorial, RRT e parecer, cada um com link próprio para mandar a quem precisa.
04
Suporte
Checklist do dia da inspeção, perguntas frequentes e serviços.
05
Benefícios
Indicação, condições para outras unidades e contato direto.

A licença vence todo dia 31 de março, e a renovação é pedida com 90 dias de antecedência. O suporte técnico sobre o que foi projetado é vitalício, mediante agendamento: renovação, ampliação de atividade ou mudança de layout.

Vejam um dossiê por dentro.
Um projeto real já entregue, com a estrutura completa. Leva dois minutos.
Abrir dossiê de exemplo →
Alguma dúvida antes
de ver os números?
Me chamem no WhatsApp. Respondo pessoalmente, sem compromisso de fechar.
Tirar uma dúvida
O caminho até a AFE

Sem projeto aprovado,
a inspeção não começa.

Em Belém, a sequência é definida pela própria DEVISA. O projeto é o passo que depende deste contrato. Os outros dependem dele.

01
Este contrato
Projeto aprovado
Parecer técnico da DVSE sobre o layout, as pranchas e o memorial do galpão.
02
Vocês + DEVISA
Relatório de inspeção
Vistoria com o local vazio, termo-higrômetro calibrado, POPs e Manual de Boas Práticas, RT e Bombeiros.
03
Vocês + Anvisa
AFE
Petição na Anvisa com o relatório em mãos, até a publicação no Diário Oficial.
04
Vocês + DEVISA
Licença de funcionamento
Com AFE e licença, a unidade está apta a operar a carga nova.
Por que isto não é burocracia extra
O projeto é o que transforma a decisão de vocês
em processo andando.
A lista oficial do relatório de inspeção para concessão de AFE traz, no item 2, o "parecer técnico emitido pelo DVSE (projeto aprovado)". Enquanto ele não existe, a vistoria não é agendada, a petição na Anvisa não sai e a licença não é protocolada.
Quanto custa um mês sem poder aceitar carga de medicamento?
Essa é a conta que dimensiona o projeto. Cada mês sem AFE é um contrato de distribuição que vai para outra transportadora, com o galpão, a frota e a equipe já pagos em Belém. O projeto custa uma fração de um mês desse frete.
RDC 430/2020
Distribuição, armazenagem e transporte
RDC 16/2014
AFE · saneantes
3 reapresentações
Limite da DVSE antes de arquivar
O custo do atalho

O concorrente do projeto
não é outro arquiteto.

É a planta adaptada às pressas, o desenhista sem registro ou a tentativa de resolver de São Paulo. Cada um sai mais barato no orçamento e mais caro no calendário.

Sem projeto
Com este projeto
Planta sem fluxoA DVSE devolve com exigência. Na terceira reapresentação, arquiva, e o processo recomeça do zero.
Layout que nasce do fluxoAs exigências são respondidas por quem desenhou, dentro do mesmo processo.
Sala corrigida na inspeçãoO que falta na porta, no quadro ou no piso aparece com o relatório já agendado, e a obra é refeita com prazo correndo.
Sala especificada antesAs adequações saem listadas na primeira fase e descritas no memorial.
Processo tocado de longeCada ida ao órgão vira uma viagem ou um despachante sem conhecimento técnico.
Processo em BelémAberto, acompanhado e respondido por quem assina o projeto.
AFE parada no passo umContratos de medicamento esperando um documento que ninguém está produzindo.
Passo um com dataProjeto pronto em poucas semanas e processo aberto no dia seguinte.
Investimento · Regularização sanitária
Investimento
Projeto de layout para regularização sanitária
Área de intervenção sanitária em galpão de 2.320 m² · fluxos, pranchas, memorial, RRT e processo na DVSE
A confirmar
Nota fiscal inclusa. Inclui a emissão da RRT. Taxas da Vigilância Sanitária não inclusas.
Condições de pagamento
50%
Aceite da proposta e assinatura do contrato
—
50%
Entrega do projeto pronto para envio, depois da validação de vocês
—
Obs 01A TVS (DAM) da análise do projeto e a taxa do relatório de inspeção são emitidas em nome da Yamalog e pagas por vocês. Eu emito as guias e informo os valores antes.
Obs 02Valor fechado para a área de intervenção sanitária (sala de medicamentos, área delimitada pelas grades e acessos), situada no galpão de 2.320 m², e para as cargas descritas nesta página. Se a vistoria encontrar área ou atividade diferente, a diferença é apresentada antes de começar a desenhar.
Obs 03Complementares que a DVSE vier a pedir (estrutura, hidrossanitário) são orçados à parte, com profissional habilitado.
✦ Inclusos sem custo extra
O que costuma
travar, já resolvido.
  • ◆03 visitas técnicas ao galpão durante a adequação da sala, para conferir porta, quadro, piso e acabamentos contra o que o memorial descreve.
  • ◆01 reunião presencial na DEVISA para resolver uma exigência ou dúvida sobre o projeto, além do acompanhamento do processo.
  • ◆Checklist do dia da inspeção no Dossiê: local vazio, termo-higrômetro calibrado, documentos operacionais e o que o fiscal confere no layout.
São os momentos em que um processo costuma parar: a obra que executa diferente do projeto, o balcão que pede uma explicação que só quem desenhou sabe dar, e a vistoria que encontra produto onde não devia. Nos três casos eu estou lá, e está incluso.
Formas de pagamento
PIXTEDBoletoCartão até 12x
Parcelamento no cartão sujeito aos juros da operadora, não inclusos.
A segurança de vocês

Nada vai à DEVISA
sem vocês conferirem.

◆
Exigências da DVSE sem custo
O que a Vigilância pedir por exigência normativa é incorporado nas até três reapresentações que ela admite, sem custo adicional. Mudanças de escopo pedidas por vocês, fora de exigência do órgão, são orçadas à parte.
◆
Pagamento por entrega validada
O layout é aprovado por vocês antes de virar prancha, e o conjunto completo antes do envio. A segunda parcela só vence quando o projeto está validado e pronto para seguir.
◆
Responsabilidade registrada
RRT emitida no CAU em nome do responsável técnico. Existe um profissional identificável respondendo pelo projeto perante a DEVISA, durante a análise e depois dela.
Perguntas

O que vocês devem
estar se perguntando.

Para a licença comum de transportadora, a DEVISA aceita uma declaração de que a empresa não realizará armazenamento. Mas o objetivo de vocês é a AFE, e o relatório de inspeção que a precede exige o parecer da DVSE com projeto aprovado, sem alternativa. Além disso, a carga que espera o próximo veículo na sala ou atrás das grades é, para a Vigilância, armazenamento temporário.
Não para o projeto. A vistoria é feita por mim com a equipe da unidade, as aprovações de layout são por vídeo com a matriz, e o processo na DEVISA é aberto e acompanhado por mim. Vocês assinam o requerimento e pagam a taxa. Na inspeção da AFE, que é posterior a este contrato, quem recebe o fiscal é a operação local com o farmacêutico responsável.
O que for necessário para passar na inspeção, e só isso. A sala já resolve o principal. O projeto lista e especifica os pontos que ficaram abertos (vedação da porta, quadro de energia, piso e rodapé, paredes, teto, ventilação) e mostra a sala integrada ao fluxo do galpão, que é o que a DVSE analisa. A execução é de vocês, com as três visitas técnicas inclusas para conferir.
É para isso que a primeira fase existe. A planta chega depois da assinatura, por compliance, e é conferida em campo antes de qualquer desenho. Diferenças pequenas são corrigidas dentro do escopo. Se a área ou as atividades forem muito diferentes do que está nesta página, eu apresento a diferença antes de começar a desenhar, e vocês decidem com a informação na mão.
Não. Este escopo é o projeto arquitetônico que a DVSE analisa. Elétrica, climatização ou refrigeração, Corpo de Bombeiros, complementares que a DVSE possa pedir (estrutura, hidrossanitário), documentos operacionais (POPs, Manual de Boas Práticas, PGRSS, PMOC) e a qualificação térmica são de outros profissionais. A diferença é que vocês sabem já na primeira fase quais deles vão ser necessários, e não depois do envio.
Depois do aceite

O que acontece
a partir do sim de vocês.

01
Em até 48 horas
Contrato para leitura e assinatura, com os dados da primeira parcela. O que está nesta página é o que estará no contrato. Assinado, vocês enviam a planta existente.
02
Em até 3 dias úteis
Vistoria técnica no galpão com a equipe da unidade: conferência da planta, medição da sala e da área de transbordo.
03
Na sequência
Layout aprovado por vídeo, projeto validado e processo aberto na DEVISA. Vocês acompanham cada passo pelo Dossiê.

A carga nova começa
com uma decisão.

A unidade de Belém vai continuar operando de qualquer forma. A diferença é operar só o que já opera, ou ter o primeiro documento da AFE em andamento nas próximas semanas.

WhatsApp
(91) 99181-1412
E-mail
marcolima@marcolimaarquitetura.com
Escritório
Torre Vitta Office · Sala 1711
Av. Rômulo Maiorana, 700 · Belém
Valor e prazo desta proposta estão fechados para o escopo descrito nesta página. A vistoria técnica é agendada em até 3 dias úteis a partir do aceite, conforme a agenda no momento. Validade desta proposta: 10 dias corridos.
Marco Aurélio Rodrigues Lima
Arquiteto e Urbanista · CAU A91820-2 · Belém, Pará · marcolimaarquitetura.com · @marcolimaarquitetura
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